Em 1985, a Sony já respondia às primeiras reclamações sobre consumo de bateria e volume físico dos aparelhos. Os modelos daquele ano introduziram melhorias incrementais em eficiência energética e manuseio que abordavam as frustrações mais comuns dos usuários reais.
D-50MkII
O D-50MkII é um modelo aprimorado baseado no D-50 original, apresentando um sistema de alimentação e um design interno revisados. Ele integra a bateria recarregável à unidade principal, melhorando a distribuição de energia. Embora o mecanismo de transporte interno e os circuitos digitais tenham sido atualizados, o sistema de reprodução mantém a mesma configuração. Ele não possui amortecimento de vibração e suas funções básicas são idênticas às do modelo original. Apesar de projetado para uso portátil, ele é voltado para ambientes estáveis. É um modelo derivado que simplifica a configuração dos primeiros leitores de CD portáteis.
D-55T
O D-55T é um leitor de CD portátil com sintonizador AM/FM integrado. Ele utiliza o cabo dos fones de ouvido como antena e suporta alternância entre mono e estéreo, além de ajuste de recepção local e de longa distância. A seção de CD mantém a configuração da primeira geração do Discman e não possui amortecimento de vibração. Ele foi projetado como um dispositivo multifuncional com múltiplas fontes de áudio para uso portátil.
1985 iniciou o longo processo de transformar um conceito marcante em algo com que as pessoas realmente pudessem conviver. Esses primeiros ajustes práticos deixaram claro quanto trabalho ainda havia pela frente se a Sony quisesse que o formato parecesse confiável em vez de experimental.
