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MiniDisc

MiniDisc em 1995

Um guia visual da linha MiniDisc da Sony em 1995, o ano em que o formato começou a se integrar às rotinas portáteis do dia a dia.

Em 1995, três anos após seu lançamento, o MiniDisc já havia perdido grande parte do seu caráter de novidade e começava a parecer uma extensão natural da linha de áudio portátil da Sony. Corpos mais leves, melhor bateria e controles mais simples aproximaram o formato da facilidade cotidiana que as pessoas já associavam ao nome Walkman.

MZ-B3

MZ-B3

O MZ-B3 era um gravador MiniDisc projetado especificamente para captura de voz, expandindo o uso do formato de gravação musical para tarefas mais práticas. Um microfone e alto-falante mono integrados permitem gravação e reprodução imediatas sem a necessidade de equipamentos adicionais. A gravação é centrada na voz, com ativação por voz que inicia e interrompe a gravação automaticamente, modos de reprodução rápida para revisão mais ágil e um indicador visual de posição para navegar por gravações longas. Não possui entradas de linha ou óptica dedicadas, e os recursos de edição são limitados, sem opção de título e com menos opções de gerenciamento de faixas. Alimentado por pilhas padrão, com suporte opcional para pilhas recarregáveis, funciona como uma ferramenta independente para substituir gravadores de ditado analógicos.

MZ-E3

MZ-E3

O MZ-E3 foi um dos primeiros reprodutores portáteis de MiniDisc, refletindo um estágio de transição antes da verdadeira miniaturização. O design permanece relativamente grande, com os componentes integrados em um único corpo. A alimentação é feita por uma bateria recarregável dedicada, com suporte opcional para pilhas AA através de um acessório externo. A reprodução é simples, com aprimoramento de som básico e dois visores, um na unidade e outro no controle remoto, para exibir informações da faixa.

MZ-R3

MZ-R3

O MZ-R3 era um gravador MiniDisc que expandiu as possibilidades da gravação portátil, tornando-o um sistema mais flexível e completo. As entradas de microfone, linha e óptica permitem gravações analógicas e digitais, suportando uma ampla variedade de fontes. Os controles de gravação incluem ajuste de nível automático e manual, enquanto funções de edição como dividir, mesclar, mover e adicionar títulos permitem organizar as gravações diretamente no dispositivo. A marcação de data e hora adiciona contexto ao material gravado, e as opções de alimentação são ampliadas por diversas configurações de bateria para maior autonomia. Mesmo com essa flexibilidade, as configurações de gravação permanecem limitadas após o início da gravação.

Em 1995, o MiniDisc já não era apenas o formato novo e interessante dentro do catálogo. Começava a se comportar como uma ferramenta diária, e isso foi o que tornou possíveis os anos mais fortes do final dos anos 90.

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