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Áudio Portátil da Sony em 1992

Em 1992, a Sony já não estava mais navegando entre o cassete e o disco compacto. Esse equilíbrio já havia sido quebrado. O CD havia definido sua direção, e o cassete continuava existindo por meio da refinamento, mas nenhum dos dois formatos atendia completamente ao que a Sony via como o próximo passo do áudio pessoal.

No final do ano, a Sony apresentou um terceiro caminho. O MiniDisc não foi concebido como uma simples substituição, mas como uma correção. Ele combinava elementos que até então estavam separados: a durabilidade e a capacidade de gravação do cassete com a velocidade de acesso e a qualidade sonora dos formatos digitais. Era menor, protegido e projetado desde o início para a portabilidade.

O que define 1992 não é o impacto imediato do MiniDisc, mas a mudança de pensamento que ele representa. A Sony já não estava apenas melhorando formatos existentes ou expandindo seus usos. Estava tentando redefinir completamente a direção do áudio pessoal. Essa ambição levaria anos para se concretizar, mas no final de 1992 o formato que definiria a próxima fase já havia sido introduzido.